quarta-feira, 22 de junho de 2016


Jesus, a Luz sobre as trevas.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:

http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27  

O povo, que jazia em trevas, viu a grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz”.  O Evangelho, a respeito de Jesus, a Luz do mundo que veio acabar com as trevas, em Lucas 4:16.

Ao vir à Terra como o Verbo de Deus, Jesus iluminou o mundo acabando com as trevas da ignorância que imperava por conta das leis antigas junto aos que se importavam com as relações divinas, as quais algumas dessas leis realmente escravizavam, amaldiçoavam e até matavam. No Evangelho está devidamente revelado que  essas leis que escravizavam só vigoraram até João (Batista), pois de forma alguma teriam lugar no Evangelho da Graça e da Liberdade. Mas essas leis que escravizavam nada têm a ver com o Decálogo do Monte Sinai, como veremos

“A lei e os profetas vigoraram até João; desde esse tempo, vem sendo anunciado o Reino de Deus, e todo homem se esforça por entrar nele”.  Lucas, 16.16.

As trevas inicialmente nos vieram pelo pecado de Adão e Eva, e que por isso mesmo os Portais do Reino de Deus estiveram e ainda estão fechados aos homens e mulheres, POR ENQUANTO, como veremos a seguir, sempre e exclusivamente segundo as Escrituras. Detalhes em meu blog:



http://naohaumasoalmanoreinodedeus.blogspot.com.br/  se não abrir, copie o http e cole no navegador

Pela tradição israelita, antes da vinda de Jesus somente os ricos, os abastados, os que detinham o poder, eram considerados os protegidos do Senhor Deus e, por conta disso, os pobres eram desprezados como os abandonados pelo céu. Os pobres eram tidos como rejeitados por Deus, pois o pensamento corrente em Israel era que se nasceram sem posses ou escravos não partilhavam das graças divinas.   Esse era o pensamento natural da época.  Pela tradição dos homens, amavam os seus familiares e amigos, entretanto, odiavam de morte os seus considerados inimigos.  Não havia a prática do perdão, da misericórdia, pois a lei de talião, fundamentada no código de Hamurabi, dominava os veredictos:

 “Fratura por fratura, olho por olho, dente por dente”.   A Lei, em Levítico,  24.17.           

Apoiado pela tradição da Lei mosaica, os israelitas apedrejavam alguém até a morte, fundamentados, apenas, no testemunho acusatório de duas pessoas que, às vezes, por interesse ou até por vingança praticavam o falso testemunho. Estevão foi uma das vítimas disso (Atos dos Apóstolos  6:11). 

Na formação do cristianismo Jesus excluiu a lei da morte ao salvar e perdoar a mulher adúltera preste a ser terrivelmente esfacelada a pedradas. João 8:11.

Antes de Jesus, a religião antiga dos judeus era pautada em ordenanças da carne que escravizavam e até matavam, chamadas pelo próprio Jesus de cargas pesadas. Na Segunda a Coríntios,  3. 7 a 11   esses regulamentos, ordenanças, são chamados de Ministério da Morte, da Maldição e da Escravidão e por isso se caracterizavam em trevas.

“Pois atam fardos pesados e difíceis de suportar, e os põem aos ombros dos homens; eles, porém, nem com o dedo querem movê-los”.  Mateus 23:4

O capítulo inteiro de Mateus 23 foi preenchido por fortes acusações de Jesus aos escribas, fariseus e principais do templo que impunham sacrifícios aos seus, mas jamais para eles próprios, ensinando uma religião de mentiras, de trevas sobre trevas.

Por essas leis antigas que escravizavam, matavam e amaldiçoavam, os judeus glorificavam a Deus no templo e logo depois eram convocados a esfacelar até à morte uma pobre mulher adúltera ou outro desgraçado; usavam a lei do chicote; a lei da dolorosa circuncisão; praticavam a segregação racial, pois chamavam de cães pagãos a todos que não tivessem nascidos israelitas e não permitiam, de jeito nenhum, que um só desses adentrasse seus templos e praticavam sacrifícios diários de animais nos templos com a aspersão do sangue deles nos presentes, no intuito do perdão dos seus pecados.

Mas tirar a Humanidade das trevas e habilitá-la ao ingresso no Reino de Deus por merecimento, não havia como Jesus o fazer sem derramamento de sangue, segundo os mistérios de um Deus que nunca pode ser contestado:

“Mas, ó homem, quem és tu, que a Deus replicas? Porventura a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?  Ou não tem o oleiro poder sobre o barro, para da mesma massa fazer um vaso para honra e outro para desonra?”.   Romanos 9:20.

“E quase todas as coisas, segundo a lei, se purificam com sangue; e sem derramamento de sangue não há remissão”.  Hebreus 9:22.

O sangue de Cristo remiu a Humanidade. O sangue sagrado, vertido pelo Grande Sacrifício do Cordeiro, trouxe a Luz aos homens ao acabar com as trevas, pois retirou o homem das antigas tradições religiosas que escravizavam e o habilitou a entrar no Reino de Deus pela Religião da Graça, mas que só acontecerá no Grande Dia da Volta de Jesus. Todos os que aceitarem a Jesus como o Senhor e coerentemente guardarem seus preceitos serão salvos nesse grande dia.  Vamos às provas bíblicas dessa afirmação?

Na noite em que ia ser preso, Jesus serviu vinho aos seus amigos simbolizando o sangue salvador. Depois avisou que ele, Jesus, iria subir ao Céu, preparar um lugar para seus amigos que simbolizavam a Humanidade, e num dia incerto VOLTARÁ para buscá-los e a nós todos. Aqui, de modo bem claro, Jesus anula qualquer pretensão de julgamento particular na hora da morte de cada um, pois somente no Grande Julgamento quando voltar o justo de Deus poderá adentrar o Reino e Deus:

Primeiramente, Jesus se identifica como a VERDADE de Deus, o Verbo de Deus aos seus apóstolos:

“Não se perturbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim”. João 14:1.

Depois avisa que somente quando voltar, o homem justo poderá ingressar no Reino de Deus Pai:

“Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também”.  João 14:2.

Com essa revelação Jesus anula qualquer possibilidade da existência de uma só alma humana no Reino de Deus, mesmo porque Jesus ainda revelou que só ele, nem Davi subiu ao Céu (Atos 2:34)

Jesus revela que só ele subiu ao Céu, ninguém mais:

Ora, ninguém subiu ao céu, senão o que desceu do céu, o Filho do homem, que está no céu”. João 3:13

No meu blog  abaixo esse verso é explicado com todos os detalhes:


Jesus brinda com seu sangue salvador a sua última ceia com seus apóstolos:

“Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós”.    Lucas 22:20.

Afinal, por que o Senhor Deus, que a tudo pode, teve de enviar seu próprio Filho ao mundo, num corpo de homem normal, sujeito ao sofrimento, e ainda colocado na Terra menor que os anjos?

Deus nunca muda, nunca volta atrás depois de ter promulgado suas determinações definitivas, assim como as 10 leis cravadas em rochas, e ele nunca se engana.  Por isso mesmo, se ele fez colocar no Evangelho que o Messias veio ao mundo colocado menor que os anjos tem de ser pura e inegável Verdade, de outra forma teríamos de ver todos os demais preceitos da Bíblia como sujeitos a contestações e isso seria algo absolutamente inviável.

Por duas vezes o Espírito Santo nos revela que Jesus foi colocado na Terra menor que os anjos:

“...vemos, todavia, aquele que, por um pouco, tendo sido feito menor que os anjos, Jesus, por causa do sofrimento da morte, foi coroado de glória e honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todo homem”. Hebreus, 2.9.

 Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos, De glória e de honra o coroaste, E o constituíste sobre as obras de tuas mãos; Todas as coisas lhe sujeitaste debaixo dos pés”. Hebreus 2:7

Portando, se Está Escrito que em seus 33 anos na Terra Jesus foi colocado menor que qualquer dos anjos de Deus, tal revelação não pode se contestada e ponto final!

No meu blog, abaixo, há detalhes mais que suficientes para bom entendimento:


Mas porque Jesus teve de ser “rebaixado” ao vir à Terra na condição de menor que os anjos do Céu? Ora, isso é absolutamente compreensível, senão vejamos:

Por certo, hoje, Jesus é superior aos anjos e está à direita de Deus por ter cumprido sua Missão com altos méritos, mas ele foi feito menor que os anjos, temporariamente, no seu minúsculo tempo da vida se comparado com a Eternidade, de outra forma não poderia ter experimentado qualquer tipo de sofrimento para morrer no lugar do homem pecador. E foi nesse tempo curtíssimo que Maria gerou a Jesus homem, não a Jesus Deus ─ inviabilizando a insólita e a mais tola frase do mundo: “Maria, mãe de Deus” ─,  mesmo por que se Jesus tivesse vindo maior que os anjos não poderia ter acontecido fatos como:

Ninguém jamais poderia ter tentado a Jesus no deserto estando ele na pessoa de Deus.  Ninguém jamais poderia ter cuspido em Jesus; ter chicoteado Jesus; ter injuriado Jesus; ter zombado de Jesus; ter dilacerado a fronte de Jesus com uma coroa de espinhos; ter desnudado a Jesus; ter esbofeteado Jesus, ter crucificado a Jesus, nem ter sepultado a Jesus. Sobretudo, Deus jamais poderia nascer do ventre de uma sua criatura!

Bem, entendendo agora porque Jesus teve de ser colocado menor que os anjos para que pudesse sofrer, para ser humilhado e morto para que pudesse abrir os Portais do Reino de Deus antes totalmente inviabilizado pelo pecado de nossos pais fica a pergunta:  Por que Jesus teve de sofrer e ter seu sangue derramado? Então vamos continuar:

O sangue é vida. Antes de João Batista os pecados eram perdoados nos sacrifícios diários nos templos onde animais eram sacrificados à faca e o sangue deles aspergidos nos presentes para que seus pecados fossem perdoados. Essa lei também só vigorou até João Batista.

Segundo o Espírito Santo, a Nova Mensagem revela que Jesus derramou seu sangue em um ÚNICO sacrifício pelo qual anulou a forma antiga de buscar nos sacrifícios diários nos templos para apagar os pecados dos homens:

“E assim todo o sacerdote aparece cada dia, ministrando e oferecendo muitas vezes os mesmos sacrifícios, que nunca podem tirar os pecados; Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de Deus”.  Hebreus 10:11-12

Antes de Jesus, a religião antiga dos judeus era pautada em ordenanças da carne que escravizavam. Na Segunda a Coríntios,  3. 7 a 11   esses regulamentos, ordenanças, são chamados de Ministério da Morte, da Maldição e da Escravidão.

Por essas leis antigas que escravizavam, matavam e amaldiçoavam, os judeus glorificavam a Deus no templo e logo depois eram convocados a esfacelar até à morte uma pobre mulher adúltera; usavam a lei do chicote; a lei da dolorosa circuncisão; praticavam a segregação racial, pois chamavam a todos que não tivessem nascidos israelitas de cães pagãos e não permitiam, de jeito nenhum, que um só desses adentrasse seus templos;  de  mandar chicotear gravemente as pessoas e muitas coisas mais, ao que o Evangelho de Jesus chama de RELIGIÃO DAS SOMBRAS DA MORTE, o mesmo Jesus que tantas vezes tentaram matar, respaldados pela sua religião das sombras da morte, e acabaram por conseguir quando venceu o tempo do Messias na Terra:

“O povo, que jazia em trevas, viu a grande Luz, e aos que viviam na região da sombra da morte, resplandeceu-lhes a Luz”.  O Evangelho, a respeito de Jesus, a Luz do mundo, em Lucas, 4.16.

Jesus iluminou o mundo, acabando com as trevas da ignorância!

Já no seu primeiro sermão, o belíssimo e reformador Sermão da Montanha (Mateus, 5),  Cristo insurgiu-se contra as crenças  tradicionais, sem excluir nenhum dos Dez Mandamentos, trazendo um novo mandamento:   o mandamento do amor,  do amor até aos inimigos. Antes de Jesus, isso seria um preceito inaceitável, ridículo e escandaloso para aquela época, na qual a força física impunha a lei. Em nome do amor incondicional ao semelhante, Jesus destacou vivamente a importância do perdão total, da caridade verdadeira, a importância da humildade e da simplicidade e da necessidade do desapego de bens materiais.

Desse modo, Jesus inicia o grande sermão  pregando uma Nova Mensagem, trazendo uma Boa Notícia aos pequeninos desprezados que se surpreenderam, pois jamais haviam ouvido antes promessas semelhantes atribuídas aos pequeninos.  Sempre oprimidos pela lei dos fortes do mundo, pela primeira vez os miseráveis, os enjeitados, eram citados numa nova e maravilhosa promessa que destacava, vivamente, a importância que tinham (e que têm) para o Criador os humildes, os pequeninos, os pacíficos, os injustiçados, os abandonados os menos favorecidos, os escravos e os que seriam perseguidos pelo Santo Nome de Jesus, cujos perseguidores primeiramente foram os próprios judeus, depois romanos e depois, incrivelmente foi exatamente a “Santa Madre Igreja” que perseguiu violentamente os que ousaram se opor contra o papado romano de tanta corrupção.    E assim foram literalmente assados vivos centenas de milhares dos santos vivos de Jesus.  Por Jesus Cristo, o Filho, o Senhor Deus Pai manifestava a sua preferência, a sua opção pelos menores da Terra:

 “Bem-aventurados os que têm um coração de pobre, porque deles é o reino dos céus.
Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados.
Bem-aventurados os mansos, porque possuirão a terra.
Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados.
Bem-aventurados os pacíficos, porque serão chamados filhos de Deus.
Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus”.    Promessas de Jesus, em Mateus,  5.

Essa revelação tornou-se uma magnífica mensagem de esperança, um Nova Mensagem, principalmente aos homens e mulheres da mais baixa condição social. 

O Messias de Deus veio resgatá-los da desesperança e do abandono espiritual em que viviam, pois ele, o Cristo de Deus, colocava-se como o protetor deles. Se não tinham direitos na Terra temporal dos homens, passariam a ter alta perspectiva disso no Céu eterno de Deus.  Cumpria-se, assim, o oráculo em Isaías,  61: 

 “O Espírito do Senhor repousa sobre mim,
Porque me consagrou pela unção,
Enviou-me para levar a boa nova aos humildes,
Curar os corações doloridos,
Anunciar aos cativos a redenção...”

Dados os oráculos do Senhor aos seus profetas, o Messias era esperado pelos israelitas com muita expectativa, e era aguardado que viria como um grande rei, libertador de Israel,  absoluto sobre a Terra e dominador de todos os povos.

Os israelitas Imaginavam um Messias poderoso, nascido da nobreza, dotado de grande sabedoria e total liderança, pela qual comandaria um grande e invencível exército que viria a dizimar todos os inimigos de Israel. Esperavam que fossem exterminados os ímpios e os pagãos denominados “cães” e, principalmente, os odiados invasores romanos que por quase um século estiveram a impor seu jugo à Palestina sob a força da lança e da espada. 

Os israelitas aguardavam (e ainda aguardam) um grande e extraordinário rei, descendente de Davi, que viesse livrá-los, de vez, do jugo das centúrias opressoras romanas e, se possível, que os varressem da face da Terra, e que restaurasse, de vez, a hegemonia de Israel sobre todos os outros povos, de modo mais triunfal ainda do que nos gloriosos reinados de Davi e Salomão. E assim, interpretando as Escrituras ao pé da letra, aguardavam um rei político executor e não um rei espiritual semeador, como está posto em Jeremias 23.5  e  33.14:

Dias virão, oráculos do Senhor, que farei brotar de Davi um rebento justo que será rei e governará com sabedoria e exercerá na terra o  direito e a equidade, e viverá Israel em segurança. E eis o nome que será chamado:  Javé nossa justiça.

“O seu império será grande e a paz sem fim sobre  o trono de Davi e em seu reino.  Ele o firmará e o manterá pelo direito e pela justiça,  desde agora  e para sempre”. Promessas do Senhor Deus, em Isaías,  9.6.

Quem ler Isaías, capítulo 61, terá ideia de como era esplendoroso o sonho israelita. Em Lucas 1.71, está bem claro que os israelitas achavam que Jesus viria à Judeia para resgatar Israel das mãos  de seus inimigos.

De tal modo os judeus aguardavam um Messias investido de grande poder, que viesse a restaurar a hegemonia dos filhos de Abraão sobre os outros povos, como nos tempos de Davi e Salomão que, mesmo aqueles que tendo aceitado a Jesus como o verdadeiro Messias, frustrados, sentiram ruir todos os seus sonhos quando o viram sofrer muito e morrer.  Sentiram que não seria daquela vez que Israel seria restaurada e que deveria continuar impotente contra o jugo romano. Sentiram ruir tudo, quando viram o seu Mestre, o grande realizador de milagres, o incrível ressuscitador de mortos, o dominador das forças da natureza, o líder espiritual da multidão, enfim o justo sob todos os aspectos, ser acorrentado pelo seu próprio povo e massacrado pelos soldados romanos.

Na sua pequenez, sentiram que aquele seu amigo Jesus que estava sendo brutalmente humilhado, ultrajado, esbofeteado, cuspido, pisoteado, chutado, escarnecido, sangrado pelas lanças dos seus algozes e despojado de tudo: da honra, das vestes, de seu sangue e até de sua vida, era tão pequeno quanto qualquer injustiçado pela impiedade dos “grandes”.  Naquele momento, extremamente aturdidos, sentiram que o Império Romano era muito mais poderoso, dominador e majestoso do que imaginavam, porque até o seu  magnífico Mestre, antes, invencível, mostrava-se impotente contra o domínio dos fortes, e que os saduceus,  os fariseus e os príncipes dos sacerdotes, finalmente, o haviam vencido, porque ali, acorrentado, com partes do corpo em carne viva pela agressão dos chicotes, e com o semblante lívido pela dor, nem forças tinha para reagir!  Aquele Jesus, antes, vencedor, que fez até cessar tempestades a um sinal com as mãos, que se dizia Filho do Pai, estava sendo incompreensivelmente derrotado com alta desonra e humilhação!  

Seu Mestre, de extremo carisma e magnetismo, pelo qual haviam abandonado tudo -- porque havia legitimado a sua Mensagem Nova com impressionantes prodígios --, que andara sobre as águas como se fosse terra firme, que interferira na natureza como se fosse o criador dela, que ressuscitara mortos, e um deles até em estado de decomposição; que mostrara, por um minuto, um pouco do esplendor do céu ao fazer-se resplandecer de brancura intensamente iluminada perante seus discípulos, mas, ali, incompreensivelmente, demonstrava completa impotência de um derrotado. Se não conseguia salvar nem a si mesmo da extrema humilhação e da morte inglória determinada pela força física, não poderia, então, resgatar Israel da opressão invasora!
 
Naquela confusão mental que envolvia aqueles homens rústicos, chegaram até a duvidar que ele fosse, realmente, o Messias da aliança de Deus e, por isso, até o renegaram e o abandonaram à própria sorte por medo da força física dos homens do mundo!   Sem entenderem, sem levar em conta as sábias e explícitas referências do Mestre com respeito a que veio, sentiram seus sonhos ruírem.

Ainda sem Pentecostes, sentiram desfazerem-se os seus sonhos predominantemente nacionalistas e, então, concluíram, tristemente, que a injustiça continuaria a sobrepor-se à justiça; que os romanos continuariam a escravizá-los em sua própria terra; que a força física continuaria a prevalecer sobre a fraqueza e, por isso, os pobres e os injustiçados continuariam sendo impiedosamente massacrados.  Desse modo, com medo de que aquela violência extrema que atingiu o seu Mestre também os atingisse, esconderam-se covardemente para lamentar os seus receios. 

Todavia, como Deus não pode ter duas palavras, a revelação, o entendimento, o discernimento, a sabedoria e a coragem, vieram por meio das línguas de fogo do Paráclito, e por esse radioso porvir, finalmente, adquiriram a sabedoria que emana de Deus e por isso passaram a entender a que veio Jesus.

Antes de Jesus, a revelação aos homens só era manifestada pelo Senhor Deus na solidão dos desertos ou no topo das montanhas, antecedido do sacrifício de uma jornada íngreme até o seu ponto mais alto,  além de semanas de jejum e de orações.  Assim aconteceu com diversos profetas e até com Jesus, que também jejuou por 40 dias, mas, agora, por ele, essa revelação, esse avivamento espiritual que concede a verdadeira sabedoria, é gratuitamente legada aos simples de coração que buscam a Deus  procurando fazer a sua vontade.  Por Jesus, que deixou tudo bem explicado e suficientemente exemplificado, ficou muito fácil chegar a Deus! 

Mas o próprio povo de Jesus, o israelita, na maioria, não o aceitou. Os fariseus escandalizaram-se e rejeitaram a possibilidade de aquele nazareno, nascido de uma família de um humilde carpinteiro, um andarilho que só procurava acercar-se de pessoas também humildes, que se assentava nas mesas das estalagens junto com os piores pecadores, das renegadas pela sociedade, pudesse ser o Messias tão ansiosamente aguardado e, assim, rejeitaram-no violentamente. Por seu ousado atrevimento ao contestar, por várias vezes, as crenças tradicionais que propagavam ao povo judaico, sendo uma delas a suposição de que Jesus desrespeitava os santos sábados ao curar e a praticar a caridade também aos sábados, por diversas ocasiões tentaram matá-lo.


Vejamos alguns exemplos que PROVAM que apenas aparentava que Jesus violava os sábados santos, pois aos sábados continuava a praticar a Caridade do Amor:

“Se o homem recebe a circuncisão no sábado, para que a lei de Moisés não seja quebrantada, indignais-vos contra mim, porque no sábado curei de todo um homem? Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça”.  Jesus, em João 7:23 a 24



Mas Jesus havia alertado aos escribas,  fariseus, antes chamados por ele de filhos do diabo, e aos príncipes do templo que apenas aparentava que ele desrespeitava os sábados:

“Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47

Portanto, os que acusavam a Jesus de violar os sábados eram filhos do Diabo. E essa determinação continua até hoje, pois Jesus é o de ontem, o de hoje e o de amanhã, portanto, se você é um dos fariseus que pregam que Jesus violava os sábados é também, um filho dos diabos.

“E, tomando a palavra o príncipe da sinagoga, indignado porque Jesus curava no sábado, disse à multidão: Seis dias há em que é mister trabalhar; nestes, pois, vinde para serdes curados, e não no dia de sábado.   Respondeu-lhe, porém, o Senhor, e disse: Hipócrita, no sábado não desprende da manjedoura cada um de vós o seu boi, ou jumento, e não o leva a beber?   E não convinha soltar desta prisão, no dia de sábado, esta filha de Abraão, a qual há dezoito anos Satanás tinha presa?.    Lucas 13:14-16

“E, estava ali um homem que tinha uma das mãos mirrada; e eles, para o acusarem, o interrogaram, dizendo: É lícito curar nos sábados?  E ele lhes disse: Qual dentre vós será o homem que tendo uma ovelha, se num sábado ela cair numa cova, não lançará mão dela, e a levantará?   Pois, quanto mais vale um homem do que uma ovelha? É, por conseqüência, lícito fazer bem nos sábados.  Então disse àquele homem: Estende a tua mão. E ele a estendeu, e ficou sã como a outra.  E os fariseus, tendo saído, formaram conselho contra ele, para o matarem”.  Mateus 12:10-14

“E os escribas e fariseus observavam-no se o curaria no sábado, para acharem de que o acusar.  Mas ele (Jesus) bem conhecia os seus pensamentos; e disse ao homem que tinha a mão mirrada: Levanta-te, e fica em pé no meio. E, levantando-se ele, ficou em pé.   Então Jesus lhes disse: Uma coisa vos hei de perguntar: É lícito nos sábados fazer bem, ou fazer mal? salvar a vida, ou matar?   E, olhando para todos em redor, disse ao homem: Estende a tua mão. E ele assim o fez, e a mão lhe foi restituída sã como a outra.  E ficaram cheios de furor, e uns com os outros conferenciavam sobre o que fariam a Jesus”.
Lucas 6:7-11

“E dizia-lhes: Bem invalidais o mandamento de Deus para guardardes a vossa tradição”.   Jesus, em Marcos 7:9

Jesus respondeu aos fariseus filhos do Diabo que apenas aparentava que violava os sábados santos e abençoados de Deus:

“Se um homem pode ser circundado num sábado, para que a Lei de Moisés não seja violada, por que vos indignais contra mim, pelo fato de eu ter curado num sábado, ao todo, um homem? não julgueis pela aparência, mas, sim, pela reta Justiça”.  Jesus em João, 7.23 e 24.

Jesus quis explicar que as ações de caridade por amor ao semelhante, também aos sábados, tem de se sobrepor a qualquer lei.  Ver detalhes mais que suficientes e completos no blog abaixo:

De modo algum as aparências indicavam o Jesus andarilho como o Messias que os homens do templo aguardavam e a mensagem que Cristo propagava agredia seu modo de vida. Para eles, necessariamente investido na qualidade de importantíssimo enviado de Deus, o Messias teria de nascer numa corte de reis, na nobreza, com extenso poder e honrado como tal.  Mesmo tendo legitimado a sua Nova Mensagem com obras altamente prodigiosas e, por isso, em perfeita correlação com os oráculos dos profetas do próprio Israel, como Isaías, Jeremias, Davi e outros, ainda assim não o aceitaram.

Então, se abrirão os olhos do cego, e se desimpedirão os ouvidos do surdo; então o coxo saltará como um cervo,  e a língua do mudo dará gritos de alegria!              Predições de Isaías, no capítulo  35.5.

Em Atos dos Apóstolos, 1.6, os apóstolos interpelam a Jesus já ressuscitado, sem ainda compreenderem que, se bem que não parecesse, ali se completava o maior e o mais importante evento universal de todos os séculos reservados para a Terra.
  
“Senhor, é porventura agora que ides restaurar o reino de Israel? Jesus respondeu-lhes:    “Não vos pertence saber os tempos nem o momento em que o Pai fixou em seu poder”.

“Cumpridas estas coisas, voltarei e reedificarei o tabernáculo caído de Davi, e, levantando-o de suas ruínas, restaurá-lo-ei”.  Atos, 15.16.

Mas, na verdade, Jesus já havia fundamentado fortemente os alicerces da libertação, não só para Israel, mas também para todos os povos que havia e que haverão de vir, pelo evento de seu Grande Sacrifício.   O Mestre já havia explicado essa sublime graça aos seus amigos, mas esses, naquele momento não compreenderam, porque, ali, ainda não haviam recebido o avivamento pelo Santo Espírito de Deus:

“Então aparecerá no céu o sinal do Filho de homem. Todas as tribos da terra baterão no peito e verão o Filho do homem vir sobre as nuvens cercado de glória e majestade...”. Mateus, 25.31.

Jesus descarta obras visíveis da restauração de Israel, pois na Verdade ele veio para resgatar a Humanidade do pecado, habilitando-a a ingressar pelos Portões do Reino de Deus no Grande dia da Volta de Jesus (João 14:1 e Tessalonicenses  4:13 e seguintes

“Não virá o Reino de Deus com visível aparência... porque o Reino de Deus está dento de voz”. Lucas, 17.20.

Jesus voltará, como prometeu, todavia não voltará na humildade, mas, sim, na glória, do modo como os judeus o esperavam.  Voltará consagrado pelo Senhor Deus como Rei e Juiz Universal, pois, conforme a Bíblia, o Universo inteiro foi criado para ele. 

Conforme o livro de Apocalipse - repetindo Mateus 1, 25.31, virá como um grande Rei revestido de inimaginável glória e majestade, acompanhado de legiões de anjos celestes,  separará os seus escolhidos à sua direita e punirá eternamente os que não creram,  pois todas as oportunidades lhes foram gratuitamente propiciadas para que se arrependessem, a tempo, das suas preferências mundanas.

No entanto, se Cristo tivesse vindo nas condições sonhadas pelos judeus, reafirmaria, ainda mais, o conceito existente da consagração da força e do poder.  Perpetuaria a tradição vigente na época pela qual só os fortes e os abastados eram os protegidos de Deus, e que os fracos eram a escória da humanidade e, assim, ele veio e viveu como o verdadeiro mensageiro da humildade. 

Se o Messias tivesse vindo de modo triunfal como era aguardado, ditaria leis proclamadas na condição de rei político mais poderoso de todos os tempos sobre a Terra, todavia, exatamente ao contrário, pregou e convenceu o mundo com leis promulgadas, mas de forma pacifica, serena e solidamente, pois era e é o Rei Espiritual do Universo.  E, assim, veio a responder a Pôncio Pilatos: “Meu reino não é deste mundo”.  Na verdade quis explicar:

“Tudo isto aqui que você vê é pó que o vento vai levar. O império de sua Roma é breve, frágil e passageiro.  O verdadeiro  reino você não pode ver, mas é único e sem fim, e minha missão aqui é para que todos tenham vida imortal no reino de meu Pai”.

Jesus não veio como poder político, contudo, foi morto como um político perigoso  “que poderia levar a classe subjugada a um indesejável levante contra os poderes constituídos”. Por isso, foi condenado mortalmente em dois processos: um movido pelo poder romano, e outro, antes, tramado nos bastidores do templo, e levado a cabo pelas autoridades judaicas, por seu próprio povo.

Seria fácil a Jesus impor-se do modo como os judeus o esperavam, pois  ele é o Filho de Deus, e com todo o poder sobre tudo e sobre todas as  coisas, porém, que frutos obteria pela força?

Ele expulsaria os exércitos romanos da Judeia, faria Israel voltar aos tempos de glória e de respeito maiores ainda de que nos reinados e Davi e de Salomão, mas, e depois?  Ditaria leis por imposição como um grande e invencível déspota; jamais seria esquecido pela história, no entanto, se assim houvesse ocorrido, as gerações seguintes só se lembrariam dele como um rei muito poderoso que havia vencido enquanto viveu, impondo-se por sua extraordinária força, cujo fato se caracterizaria numa forte interferência do Criador no curso natural da história.  

Tal possibilidade estaria completamente em desacordo com os desígnios do Criador desde Noé, quando proclamou após o dilúvio:

 “Quando virdes um arco no céu (o arco-íris) lembrai-vos da aliança que fiz convosco, e por ela não ferirei mais a terra e todos os seres vivos, como o fiz... (o Dilúvio, o fogo em Sodoma...)”.     Promessas do Senhor Deus, extraído de Gênesis 9:14.

Se Jesus tivesse interferido na Terra, fisicamente, através de suas Legiões de Anjos a favor de Israel, estaria a aprovar a violência ─ que ele próprio veio combater quando disse para dar a outra face ─,  como presumível solução para se resolverem os problemas do mundo. A tendência do homem para a violência já havia começado, bem antes, na primeira família, com Caim, e Jesus nos mostrou que não é esse o caminho da libertação. E, assim, já estava profetizado pela palavra em Isaías 42:


 “Eis o meu servo a quem  amparo. 
Meu eleito ao qual  dou toda a minha afeição,
Faço repousar sobre ele meu espírito,
Para anunciar às nações a  verdadeira religião,
Ele não gritará, nunca elevará a voz, não clamará nas ruas,
Não quebrará o caniço rachado.
Não extinguirá a mecha que  ainda fumega.
Anunciará com toda a franqueza a  verdadeira religião;
Não desanimará,  nem desfalecerá, até que tenha estabelecido
A verdadeira religião sobre a terra”. 

                                                                                                                                                                                                                                   
Este é o oráculo representativo da humildade de Jesus, da mansidão, da doçura,  da não violência, mas, sim,  da  esperança e da paz.  Diferente do que Judá o esperava, veio numa humilde família, numa estrebaria que cheirava a fezes de animais e numa ocasião imprópria para a sua mãe -- pois nasceu fora do lar, durante uma jornada, foi rejeitado pelo mundo ainda no ventre de sua mãe quando seus pais não conseguiram um quarto nas hospedarias. Esse sublime acontecimento, o maior de todos os séculos, poderia ter passado despercebido, não fossem os anjos conclamarem humildes pastores a adorá-lo, para que, de algum modo, mesmo que simbolicamente, se complementasse aqui na Terra uma grande festa que acontecia entre os anjos, no Céu! 

 
Cristo foi um perseguido. Inicialmente foi perseguido por Herodes, seu rei, por isso, ainda bebê teve de ser levado da Judéia para o Egito. Pelos menos em seus três últimos anos de vida não só ensinou, Mas também passou por muitas dificuldades para dar-nos um verdadeiro exemplo de como cada um deve proceder para merecer as graças do Senhor Deus, que é o que mais importa em relação à eternidade e, por isso, em nome da completa coerência, ele próprio viveu a estrada estreita que pregou.   Desde o seu nascimento a sua vida foi marcada pela humildade e desapego das ambições temporais.  Na verdade, ele foi o retrato vivo da humildade. 

Jesus Cristo era a doçura em pessoa (e é), chorava e sofria condoído pela dor do próximo.  Não tinha casa e nunca se fixava em um só lugar, permitindo, assim, que os necessitados e os que não podiam ir até ele o conhecessem e se inteirassem da sua Nova Mensagem e da poderosa herança que ele formava.  Sua pregação maior foi a do amor ao Senhor sobre tudo e sobre todas as coisas e do amor verdadeiro ao próximo, a todo e a qualquer semelhante, sem distinção, mesmo que venha a se tratar de um considerado inimigo. 

E no amor ao próximo estão incluídos o perdão, a tolerância, a condescendência, o respeito, o direito, a igualdade, o amparo, a fraternidade, a verdadeira caridade e a caridade de doação -- não só de bens materiais -- a todos os semelhantes, pois essa é a verdadeira religião, citada  pela palavra  em  Isaías  42, e em Mateus 25:35.

“As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, mas o Filho do homem não tem onde repousar a cabeça”  A humildade e o desprendimento de Jesus, em Mateus 8:20.

Na Nova Mensagem Jesus muda os conceitos antigos:

 “Tendes ouvido o que foi dito:  Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo.   Eu, porém, vos digo: Amai  vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos perseguem. Deste modo, sereis os filhos de vosso Pai nos céus, pois ele faz  nascer o sol  e chover  tanto sobre os justos e os injustos. Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis?”.

Apesar de que Cristo criticou e repreendeu, com veemência, os fariseus do templo, aqueles que não viviam a religião que propagavam, e até usou de violência com aqueles que faziam do templo um lugar propício para comerciar, como fortíssimos argumentos de conversão, além de suas palavras sempre acompanhadas de ações prodigiosas, viveu coerentemente os preceitos que veio instituir. 

Como exemplo de vida, uma das principais características de sua peregrinação terrestre foi a de viver intensamente a virtude da humildade.  Não só ensinou a humildade e a simplicidade, mas foi o maior exemplo disso.

Quando Jesus ensinava, suas dissertações calavam fundo e tinham o efeito de um bálsamo nos corações doloridos, entretanto, por outro lado, provocavam ódio nos ímpios dominadores das massas, pois viam nele uma séria ameaça ao predomínio e aos privilégios do poder, aos quais Jesus os repreendeu com alto rigor, no capítulo 23 de Mateus e em João, chamando-os de podridão de cadáveres e de filhos de Satanás:

 “Vós fazeis as obras de vosso pai... vós sois do Diabo e o Diabo é vosso pai”.  Jesus, em João 8:41 - 44.

E, conforme Mateus 26:53, Cristo jamais invocou qualquer legião de anjos para ajudá-lo, porém, ele tinha autoridade!  Tinha mais autoridade e poder que todos os poderes do mundo, juntos, no entanto, usando de extrema coerência com seus ensinamentos, não utilizou esses privilégios celestes para demonstrações de força e nem exibicionismos.

“Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria, neste momento, mais de doze legiões de anjos?”.  Jesus Cristo, o Real Filho de Deus, em João 26:53.

Cristo falava por Deus, mas apesar de deter poder total sobre todo o Universo, só realizou prodígios estritamente necessários para a instituição dos preceitos do Espírito Santo!

 “Toda autoridade me foi dada no céu e na terra!”.
Revelações de Jesus, em Mateus 28:18.

“Sendo ele de condição divina, não se prevaleceu de sua igualdade com Deus, mas aniquilou-se a si mesmo, assumindo a condição de servo assemelhando-se aos homens”.  Filipenses 2:5

Mas, como exemplo, fez da humildade e da simplicidade a sua doutrina. Ajoelhou-se para lavar os pés de seus humildes pescadores; acercou-se dos pobres, dos aflitos, dos desajustados, dos excluídos, dos confinados leprosos e atendeu docemente a qualquer pecador que o procurou, buscando uma cura, um consolo, ou, simplesmente, a verdade. Mas Jesus nunca foi à caça de pessoas para curar, pois só curou e consolou todos aqueles que foram à sua procura ou que cruzaram com ele.  

Jesus entrou em Jerusalém montado num burrico emprestado, quando poderia, se quisesse, fazer-se acompanhar de legiões de anjos escoltando luxuosa e reluzente carruagem, puxada por fogosos cavalos --  privilégio máximo da época --, pois, afinal, o Filho ingressava, triunfalmente, na cidade  preferida do Pai, para ser aclamado!

Jesus sabia que estava sendo esperado, e que seria aclamado pelo povo que se comprimia nas ruas de Jerusalém, na época, a cidade de 3.000 anos e, sendo assim, se cumpriria o oráculo do Senhor ao profeta Zacarias:

 “Dizei à filha de Sião: Eis que teu rei vem a ti, cheio de doçura, montado numa jumenta, num jumentinho, filho que leva o jugo  (os nossos pecados)” Oráculo do Senhor, em Zacarias  9:9.

Os judeus, e alguns estrangeiros, que reconheciam nele o Messias de Deus, clamavam alto:

 Hosana ao filho de Davi!  Bendito o que vem em nome do Senhor!  E glória no mais alto dos céus!”.

Alguns fariseus, incomodados com a situação, interpelavam a Jesus:

“Mestre, repreende os teus discípulos, os teus seguidores!”  Mas Jesus respondeu-lhes: “Digo-vos:  Se estes se calarem, clamarão as pedras”.   A verdade  de  Jesus, em  Lucas 19:38.

Jesus curou milhares,  milhões, talvez bilhões, pois continua  curando até hoje, tanto física como espiritualmente, como  já profetizava a palavra em João  1:25:

“Jesus FEZ ainda muitas outras coisas (fora as que narramos)  Se fossem escritas uma a uma, penso que nem o mundo todo poderia conter os livros que se deveriam escrever”.

Portanto, os apóstolos profetizavam que Jesus continuaria a produzir frutos espirituais concedendo sabedoria, iluminação, curas, prodígios e conversões milagrosas até o fim dos tempos e até hoje ele continua e continuará atendendo a qualquer um que o procure, se esse estiver movido por aquela fé que leva à completa certeza de que será realmente atendido, mesmo que isso possa não ocorrer num primeiro momento.

 “Eis que estou à porta e bato:  Se alguém ouvir a minha voz e  me abrir a porta,  entrarei em sua casa e cearemos, eu com ele e ele comigo” Amor de Jesus, no Apocalipse,  3.20, numa das mais belas mensagens de comprometimento, dirigidas a você!  Por ela, está explícito que Deus só poderá ajudá-lo se você o procurar abrindo seu coração para ele.

Conforme o plano de Deus, por sua humildade e mansidão, Jesus revolucionou os conceitos da religião e de tratamento vigentes na época, que vinham por tradição desde Moisés, e ainda hoje continua a sua obra, pois mesmo após dois mil anos, Jesus é o personagem mais cultuado de todas as épocas.  

Quando Jesus veio, a humildade era considerada coisa de fracos e, mesmo vindo a corrigir tal conceito, ainda hoje há muitos que pensam assim.  Jesus veio como homem e se foi, mas como distribui oportunidades iguais para todos, em espírito e em verdade continua presente aqui, vivíssimo, disponível a cada um que deseje recebê-lo.  Para acontecer isso basta tomar posse de sua incrível promessa  que, conforme a  Palavra em João  14.12,  pode perfeitamente realizar as obras que ele realizou. 

Para receber a herança de Cristo é imprescindível viver a virtude da fé, porque a verdadeira fé induz  à ação.    A Palavra contida nas Escrituras é para ser vivida e não só para ser recitada e depois guardada, com respeito, na estante, muitas vezes em fraca fé.

Toda Escritura é inspirada por Deus, e útil para ensinar, para repreender, para corrigir e para formar na justiça.  Por ela o homem de Deus torna-se perfeito, capacitado para toda obra.      A verdade do Senhor Deus, em  II Timóteo,  3.16.




Jesus, sendo rico, fez-se pobre por vós, a fim de vos enriquecer por sua pobreza.    A humildade de Jesus em II Coríntios 8:9.

E ASSIM JESUS FOI A LUZ QUE ACABOU COM AS TREVAS! Mas só estarão na Luz aqueles que viverem por seus preceitos.

Waldecy Antonio Simões    walasi@uol.com.br

Livre para publicações,desde que os textos não sejam alterados.














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 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

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Eu sou a voz que clama na Internet.

 “Então, no Reino do Pai, os justos resplandecerão como o Sol”.  Promessa de Jesus, em Mateus, 13.43